Conceitos Básicos.
Nosso objetivo é mostrar, que apesar do projeto de uma cozinha
profissional elaborado para uma indústria ou hotel ser completamente diferente,
por exemplo, daquele elaborado para um restaurante do tipo “fast-food”, o fluxo
tanto de pessoas quanto de matéria prima (alimentos) é bem definido, seguindo
uma sequencia básica, que por sua vez define as etapas, ambientes de trabalho e
até mesmo equipamentos que serão utilizados dentro de uma cozinha.
A preocupação vai desde o material que pode ser utilizado nos
equipamentos funcionais até as espessuras das panelas, que para quem não
conhece a área, muitas vezes passam despercebidos, gerando transtornos ao
decorrer de sua rotina.
Fluxo de Pessoas.
Conforme recomenda a Portaria CVS (Centro de Vigilancia Sanitária) nº 18
de 09 de Setembro de 2008, devem existir banheiros separados para cada sexo,
devendo estas instalações sanitárias não ter comunicação diretamente com a área
de manipulação de alimentos ou refeitórios.
Deve existir também vestiário para cada sexo, devendo possuir armários
individuais e chuveiro para os funcionários.
Fluxos e Equipamentos.
O serviço na cozinha industrial precisa ser planejado como uma
"fábrica de alimentos", onde resumidamente a "linha de
montagem" seria o fluxo dos alimentos que estão sob preparo em todas as
etapas (recebimento, pré-seleção, armazenamento, preparo, cocção, finalização,
distribuição, higienização), devidamente agregado por categorias e processos,
sem cruzamentos com a saída de lixo, observando ainda todas as exigências da
ANVISA pela segurança alimentar e com bons espaços de circulação, higienização
e salubridade para a equipe da cozinha, garantindo também a organização de todo
o conjunto de máquinas, panelas, recipientes e utensílios.
Aliada às premissas de fluxo de preparo de alimentos está também a
correta escolha dos equipamentos da cozinha industrial. É preciso prever bons
espaços de manipulação de acordo com o fluxo (bancadas de cozinha em aço inox),
com cubas em tamanho e número adequado para as sucessivas higienizações,
mobiliários de apoio e acondicionamento de utensílios (prateleiras, estantes,
gabinetes e armários, conforme o caso), refrigeradores e freezers para
acondicionamentos em diferentes áreas (dependendo do tipo de operação e do
cardápio), equipamentos de cocção (fogões, chapas, char broilers, fritadeiras,
fornos combinados e afins), de exaustão (para retirada da fumaça gordurosa e
odores), de distribuição (balcões para finalização de pratos ou distribuição de
refeições, conforme o caso), de higienização (lavadoras de louças, suporte para
racks, tanques de lavagem, grelhas de piso, etc), e ainda uma série de
auxiliares que variam muito em função do tipo de operação, como carrinhos em
aço inox para cozinha (às vezes personalizados para o tipo de operação que se
propõe), assepsia (lavatórios, lava-botas, esterilizador de facas, etc),
suportes para máquinas específicas, e assim por diante - é uma operação complexa
e repleta de detalhes.
Fluxo de Alimentos.
Área de Recebimento: Também conhecida como área de recepção, triagem e
controle, é o local aonde chegam as mercadorias, tanto em caixas, quanto em
pacotes, enlatados ou sacos, quando então serão conferidos e pré-higienizados,
devendo portanto se prever quando possível tanques para esta pré-higienização
dos vegetais, frutas e outros produtos. Na grande maioria dos casos,
encontramos também nestas áreas uma balança do tipo plataforma para conferencia
de pesos das mercadorias recebidas e carros do tipo plataforma ou chassi para
transporte dos gêneros e alimentos ao local de estocagem.
Área de Estoque ou Despensa:
Esta área se destina ao armazenamento de alimentos
à temperatura ambiente, são armazenados os gêneros chamados do tipo “seco ou
neutro”. Os alimentos devem ser separados por grupos, sacarias sobre estrados
fixos, pacotes, cereais, enlatados, vidros e outros gêneros em prateleiras
(estantes aramadas ou lisas). Esta área deverá possuir um único acesso a fim de
favorecer um controle eficiente da movimentação de mercadorias e uma ventilação
adequada para permitir a circulação de ar entre os produtos estocados, não
devendo existir ralos nesta área para o escoamento de água. A área necessária
para este ambiente está diretamente relacionada ao planejamento de compra de
gêneros, ou seja, da estratégia de abastecimento (semanal, quinzenal ou mensal)
que devem ser as menores possíveis. É preciso pensar também na armazenagem dos
materiais de limpeza que necessariamente deverão estar armazenados em uma sala
fechada separada de todo o fluxo referente aos alimentos, local este conhecido
também como DML (Depósito de Material de Limpeza), adotando-se o mesmo critério
para produtos químicos, de higiene, perfumaria e descartáveis.
Área de Armazenamento Refrigerado ou Climatizado:
Esta área destina-se ao armazenamento de alimentos
perecíveis ou rapidamente deterioráveis. Poderão ser utilizados refrigerador
(temperatura de +4 à +6ºC) e freezer (temperatura de -16 à -18ºC),
horizontais/verticais, ou ainda dependendo do volume de mercadoria a serem
produzidos/armazenados, utilizar-se câmaras frigoríficas para resfriamento (temperatura
de +4 à +6ºC) ou câmaras frigoríficas para congelamento (temperatura de -16 à
-18ºC). No caso de possuir apenas uma geladeira ou câmara, o equipamento deve
estar regulado para o alimento que necessitar de menor temperatura. Quando nos
referimos à câmaras frigoríficas, é claro que cada projeto tem que ser tratado
de forma isolada pois existem uma série de particularidades pertinentes a cada
caso, a começar pelo tipo de produto a ser armazenado (frutas, verduras,
carnes, laticínios, congelados, diversos, etc.), tendo cada uma destas câmaras
uma temperatura diferente de funcionamento e diferentes formas de
dimensionamento da parte frigorífica, assunto este a ser tratado em outra
oportunidade. Normalmente, quando falamos em estocagem de produtos em câmaras
frigoríficas, os equipamentos mais comuns são as estantes (que não podem ser
altas para não interferir no fluxo de ar do evaporador), em algumas situações
carros (do tipo cantoneira ou chassi) e até mesmo pallets para a estocagem de
produtos empilháveis ou em caixas plásticas.
Setores de Pré-preparo:
Estas áreas são destinadas a comportar as diversas
atividades e procedimentos de manipulação de alimentos, preliminares à etapa de
cocção. Mais uma vez vamos comentar de forma geral as possíveis áreas que
podemos encontrar ou definir em um projeto, onde logicamente dependendo da
situação teremos áreas com dupla função embora num projeto de maior porte
deve-se considerar cada área para uma utilização específica devendo haver
necessariamente até uma separação física entre elas já que quando falamos em
grandes volumes o ideal é não se misturar gêneros de uma área com os de outra.
Preparo de Hortifruti: Área onde ocorrem os trabalhos para a modificação
dos vegetais, tubérculos e frutas, ou seja, procedimento de seleção, escolha,
higienização, corte, tempero, porcionamento, moagem e/ou adição de outros
ingredientes. Para o suporte a estas atividades, normalmente encontramos,
tanques para lavagem de vegetais (com ou sem chuveiros), mesas de apoio,
máquinas auxiliares tais como descascador de batatas (e também tubérculos),
processador de alimentos com discos de corte (multiprocessadores), balanças,
etc;
Preparo de Carnes, Aves e Peixes: Área para manipulação (pré-preparo) de carnes,
aves e pescados, sem cruzamento de atividades. É desejável que esta área seja
uma sala fechada e climatizada, com temperatura ambiente entre +12 e +18ºC
(conforme orienta a Portaria CVS nº 18 de 09 de Setembro de 2008). Entre os
equipamentos a serem considerados nestas áreas temos as mesas de apoio em aço
inox, mesas específicas para corte com placas de altileno, placas de corte em
altileno para sobrepor em mesas, esterilizadores de facas, picadores de carne,
amaciadores de bifes, escamadores de peixes, etc;
Preparo de Massas e Produtos de
Confeitaria: Área onde ocorrem os trabalhos para
a produção de massas para cocção e demais tipos de massas para doces, biscoitos
e bolos. Normalmente encontramos nestes locais além das mesas de apoio lisas e
com cuba em inox, mesas ou refrigeradores horizontais com tampo de mármore ou
granito (que são muito utilizados no manuseio de massas), batedeiras,
liquidificadores, etc;
Preparo de Sobremesas e Sucos: Área específica para estes tipos de serviços
propostos e não segue nenhuma regra básica. Nestes locais normalmente temos
refrigeradores horizontais, mesas lisas e com cuba em aço inox, maquinas
auxiliares que podem inclusive flexibilizar o local transformando-o numa área
de preparo de lanches e desjejum, tais como, fatiadores de frios, extratores de
sucos e até mesmo cafeteiras.
Setor de Cocção:
Esta área é onde ocorrem as etapas posteriores ao
pré-preparo, a de maior importância na cozinha, onde é feito todo o
processamento térmico dos alimentos (cozimento, assado, grelhado, fritura,
etc), onde todos os produtos serão finalizados, ou seja, o alimento fica pronto
para ser consumido e consequentemente em função de todas estas etapas distintas
onde a diversificação em tipos de equipamentos é mais aparente. Não deve
existir nesta área equipamentos refrigerados ou congeladores porque o calor
excessivo compromete os motores dos mesmos e consequentemente a confiabilidade
do produto armazenado. A localização desta área deve ser a mais próxima
possível da distribuição de alimentos para o refeitório. É onde deve ser
disposto o fogão, os fornos (convencionais ou combinados), o caldeirão, a
fritadeira, a chapa quente, o char broiler, a frigideira o sistema de exaustão,
enfim, todos os equipamentos necessários para se realizarem as atividades desta
etapa. O dimensionamento dos equipamentos deve ter relacionamento direto com o
volume de produção, tipos de produtos ou padrão de cardápio e sistema de distribuição/venda.
Área de Armazenamento e Consumação:
Área onde deverá ser colocado o
alimento pronto para consumo (em espera para reposição ou em espera para
consumação), também chamada de “área de distribuição”. Na espera para reposição de alimentos preparados quentes ou refrigerados,
normalmente utilizamos o pass-trought, que é um equipamento destinado à
conservação em temperatura para consumo do alimento quente ou refrigerado
durante o período de espera para reposição, podendo em alguns casos
utilizarem-se estufas ou carros estufa e refrigeradores. Estes equipamentos
devem localizar-se entre a produção e a distribuição. Na espera para consumação, normalmente utilizamos os balcões térmicos tanto
refrigerados (pista fria para saladas e sobremesas), ou balcões térmicos
aquecidos (pista quente ou banho-maria para os pratos quentes), refresqueiras,
máquinas para refrigerantes (post-mix), módulo para distribuição de bandejas,
talheres e pães, em alguns casos balcões para pratos e bandejas e outros para
temperos, etc. Num restaurante tipo fast-food por tratar-se de um modelo
específico de distribuição, encontramos os passadores de sanduiches e estufas
de batatas que cumprem uma função dupla, tanto de armazenamento temporário de
alimentos prontos na espera para reposição que confunde-se com a espera para
consumação, devido a alta reposição nos horários de pico.
Desta forma fechamos os “Módulos de
Produção” (Setores de Pré-preparo e Cocção), e que num estudo para projeto,
deverão ter mais alguns requisitos estudados afim de atendimento ao estipulado
na Portaria CVS nº 18 de 09 de Setembro de 2008, requisitos que comentaremos de
maneira superficial quanto a alguns mais importantes, lembrando que para um
melhor entendimento sugerimos que seja lida a referida portaria na íntegra.
Os
módulos de produção deverão ser projetados no
sentido de evitar contaminação e proporcionar ao funcionário da cozinha,
segurança e conforto em relação à temperatura, ventilação, umidade, iluminação
e ruídos. A principal diretriz do projeto deve ser evitar o fluxo cruzado entre
gêneros alimentícios, carros de transporte, funcionários e lixo;
Lavatórios
ou pias exclusivas para higienização das mãos dos
funcionários devem estar previstas, nas áreas de manipulação de alimentos,
dotadas preferencialmente de torneiras com dispositivos de acionamento
automático. Sua localização deve estar coerente com a disposição do fluxo de
preparo dos alimentos;
A
Iluminação considerada
ideal para os ambientes de pré-preparo é a do tipo natural, logicamente
devendo-se evitar a incidência de luz solar direta sobre as superfícies de
trabalho. Já para o ambiente de cocção, recomenda-se um misto de iluminação
natural aliada à iluminação artificial. As luminárias que se localizarem sobre
as áreas de manipulação de alimentos devem ser protegidas contra explosões,
quebras e quedas acidentais;
A
Temperatura ambiente entre +22 e +26°C é
considerada adequada às operações realizadas em Unidades de Alimentação e
Nutrição;
A
Ventilação e a renovação de ar dentro da
área de cocção é indispensável para o conforto térmico dos funcionários. Para
tanto, devem estar previstos no projeto dispositivos de ventilação natural e/ou
artificial que permitam a adequada renovação do ar. No caso da ventilação
natural, as aberturas devem corresponder a 1/10 da área do piso. Já para a
ventilação artificial, deve-se recorrer a condicionadores e/ou exaustores de
ar;
As
Paredes conforme definido pela Portaria CVS
nº. 18/2008, deverão possuir acabamento liso, impermeável, de cor clara e
resistente, que permita a lavagem da parede em toda a sua extensão. As
superfícies das paredes devem ser mantidas íntegras, livres de rachaduras,
trincas, vazamentos, infiltrações, bolores e descascamentos. Para o uso de revestimento
cerâmico nas paredes é aconselhável a escolha de peças que proporcionem o menor
número de rejuntes possível, pois eles são focos potenciais de proliferação de
microorganismos;
Os
Pisos tem que ser de alta resistência (PEI 5), pois devem
suportar tráfego pesado e intenso. Além disso, devem permitir a fácil limpeza,
ser antiderrapantes, antiácidos e impermeáveis. Pisos monolíticos (sem
rejuntamento) são os mais indicados, pois a inexistência de rejuntes dificulta
o acúmulo de sujeira. No caso de se utilizar o revestimento cerâmico, há no
mercado opções de rejuntes não porosos, ou seja, ideais para a higienização e
não proliferação de microorganismos. Todas as junções entre pisos e paredes
devem ser arredondadas para evitar o acúmulo de sujeira e facilitar a limpeza
(recanto sanitário).
O Teto deve
ser de fácil limpeza, cor clara, resistente à temperatura e impermeável ao
vapor. Não deve ser combustível, nem propagador de incêndios, e deve absorver
os ruídos das diversas operações realizadas na cozinha. Devem ser mantidos
íntegros, livres de rachaduras, trincas, goteiras, vazamentos, infiltrações,
bolores e descascamentos. O teto recomendado para a área de cocção é a laje de
concreto, maciça ou pré-moldada, revestida e pintada com tinta acrílica. Porém,
o uso de forro de PVC também é aceito. O pé-direito deve ter, no mínimo, 3
metros, segundo a legislação; [Portaria CVS nº. 18/2008].
As Portas para as cozinhas devem ter, no mínimo, 1,00m
de largura por 2,10m de altura. Estas são as dimensões mínimas previstas
na legislação. Entre alguns setores, a fim de evitar colisão entre as pessoas
que circulam, as portas devem conter visores. As portas devem possuir
dispositivo de fechamento automático, ser mantidas ajustadas aos batentes e ter
superfície lisa e impermeável;
As
Janelas devem ser dispostas na parte
superior das paredes, considerando o fato de que o ar quente tende a subir. As
janelas devem estar protegidas de modo a não permitir que os raios solares
incidam diretamente sobre os alimentos ou equipamentos mais sensíveis ao calor.
Além disso, as janelas devem possuir telas milimétricas limpas, superfície lisa
e impermeável, sempre mantidas ajustadas aos batentes. As telas devem ter malha
de 2 mm e serem de fácil limpeza e em bom estado de conservação.
O uso de
madeira seja em esquadrias ou
superfícies de trabalho, não é recomendado;
Esquema dos Fluxos na Cozinha Profissional
Vamos observar,
conforme mostra o fluxograma abaixo, que na configuração de áreas, cada qual
com suas tarefas e recursos próprios adequados, facilitará para que o fluxo
seja linear, sem cruzamentos de atividades entre os vários gêneros de alimentos
e os resíduos das diversas operações.
Aço Inox 304: o material ideal para. scozinha.
O aço inoxidável AISI 304, Liga 18.8, é uma liga metálica antimagnética,
que combina cromo (18%), níquel (8%), ferro e outros elementos, e que possui
propriedades fantásticas, como a resistência à corrosão, baixa rugosidade
superficial, facilidade de higienização, resistência mecânica, resistência à
temperaturas baixas e elevadas (e também à mudanças bruscas de temperatura),
alta durabilidade, baixo custo de manutenção, e excelente relação
custo/benefício.
Por possuir tantas vantagens, o aço inox 304 é unânime no mundo inteiro como o material preferido para a manipulação de alimentos em cozinhas profissionais e industriais, presente em bancadas, prateleiras, cubas, refrigeradores, freezers, ultracongeladores, fornos, fritadeiras, lavadoras de louças e diversos outros equipamentos de outros segmentos, como na indústria alimentícia, farmacêutica, frigorífica, química e petrolífera. Sua superfície resiste muito bem à sucessivas operações de limpeza e desinfecção. Sua aparência higiênica possui excelente apelo visual, transmitindo modernidade e prestígio aos ambientes. E além disso, é 100% reciclável.
A manipulação diária de alimentos em uma cozinha profissional demanda a limpeza e a lavagem frequente do ambiente e dos equipamentos. Superfícies de mármore, granito, aço pintado, plástico ou madeira laminada simplesmente não aguentam "o tranco", e logo tornam-se porosas, rachadas, quebradiças, manchadas, incrustradas e apodrecidas - e o pior, tornam-se pontos de contaminação alimentar, acumulando bactérias, micróbios, parasitas e mau cheiro. Somente o aço inox 304 é capaz de resistir à sucessivas lavagens, impedindo o acúmulo de incrustrações e mantendo o aspecto higiênico de uma cozinha por muitos anos.
Há no mercado brasileiro uma grande oferta de bancadas, prateleiras, refrigeradores e outros equipamentos de cozinha em aço pintado, de preço obviamente mais barato, porém com baixíssima durabilidade e condições de alto risco para a segurança alimentar.
Embora o investimento inicial do aço inox 304 seja mais elevado quando comparado com o aço pintado ou granito, sua durabilidade superior garante economia à médio e longo prazo, pois dispensa trocas de equipamentos com o passar dos anos. Refrigeradores em aço pintado, por exemplo, frequentemente apodrecem e tornam-se inúteis em poucos anos, deixando de manter a temperatura interna (ou forçando o motor a trabalhar mais) e ameaçando os alimentos com ferrugens e incrustrações. O mesmo vale para fogões de aço pintado, por exemplo, que não resistem à sucessivas higienizações e logo apresentam todo tipo de incrustração e apodrecimento.
Proprietários e gestores experientes de cozinhas profissionais muitas vezes já conhecem os dissabores de trabalhar com equipamentos e mobiliários de qualidade inferior, já tendo sofrido algumas vezes com fiscalizações da Vigilância Sanitária, com problemas de saúde em seu público ou com quebras e paradas de equipamentos em horários de pico na operação. A diferença de preço de um equipamento bom para o equipamento ruim não compensa o risco - melhor é ser profissional, se planejar financeiramente e escolher o melhor ao montar a cozinha.
Não é à toa que o aço inox 304 é a escolha unânime nas cozinhas de qualquer rede profissional de fast-food, bem visível ao público na praça de alimentação de qualquer shopping do Brasil. É a melhor opção para quem quer profissionalismo e segurança alimentar em seu estabelecimento, transmitindo confiabilidade e prestígio aos seus clientes.
Por possuir tantas vantagens, o aço inox 304 é unânime no mundo inteiro como o material preferido para a manipulação de alimentos em cozinhas profissionais e industriais, presente em bancadas, prateleiras, cubas, refrigeradores, freezers, ultracongeladores, fornos, fritadeiras, lavadoras de louças e diversos outros equipamentos de outros segmentos, como na indústria alimentícia, farmacêutica, frigorífica, química e petrolífera. Sua superfície resiste muito bem à sucessivas operações de limpeza e desinfecção. Sua aparência higiênica possui excelente apelo visual, transmitindo modernidade e prestígio aos ambientes. E além disso, é 100% reciclável.
A manipulação diária de alimentos em uma cozinha profissional demanda a limpeza e a lavagem frequente do ambiente e dos equipamentos. Superfícies de mármore, granito, aço pintado, plástico ou madeira laminada simplesmente não aguentam "o tranco", e logo tornam-se porosas, rachadas, quebradiças, manchadas, incrustradas e apodrecidas - e o pior, tornam-se pontos de contaminação alimentar, acumulando bactérias, micróbios, parasitas e mau cheiro. Somente o aço inox 304 é capaz de resistir à sucessivas lavagens, impedindo o acúmulo de incrustrações e mantendo o aspecto higiênico de uma cozinha por muitos anos.
Há no mercado brasileiro uma grande oferta de bancadas, prateleiras, refrigeradores e outros equipamentos de cozinha em aço pintado, de preço obviamente mais barato, porém com baixíssima durabilidade e condições de alto risco para a segurança alimentar.
Embora o investimento inicial do aço inox 304 seja mais elevado quando comparado com o aço pintado ou granito, sua durabilidade superior garante economia à médio e longo prazo, pois dispensa trocas de equipamentos com o passar dos anos. Refrigeradores em aço pintado, por exemplo, frequentemente apodrecem e tornam-se inúteis em poucos anos, deixando de manter a temperatura interna (ou forçando o motor a trabalhar mais) e ameaçando os alimentos com ferrugens e incrustrações. O mesmo vale para fogões de aço pintado, por exemplo, que não resistem à sucessivas higienizações e logo apresentam todo tipo de incrustração e apodrecimento.
Proprietários e gestores experientes de cozinhas profissionais muitas vezes já conhecem os dissabores de trabalhar com equipamentos e mobiliários de qualidade inferior, já tendo sofrido algumas vezes com fiscalizações da Vigilância Sanitária, com problemas de saúde em seu público ou com quebras e paradas de equipamentos em horários de pico na operação. A diferença de preço de um equipamento bom para o equipamento ruim não compensa o risco - melhor é ser profissional, se planejar financeiramente e escolher o melhor ao montar a cozinha.
Não é à toa que o aço inox 304 é a escolha unânime nas cozinhas de qualquer rede profissional de fast-food, bem visível ao público na praça de alimentação de qualquer shopping do Brasil. É a melhor opção para quem quer profissionalismo e segurança alimentar em seu estabelecimento, transmitindo confiabilidade e prestígio aos seus clientes.
Equipamentos.
- Mesas lisas centro encosto.
- Mesas com cubas.
- Refrigeradores e freezer.
- Fogões.
- Fritadeiras.
- Fornos.
- Caldeirão.
- Estantes.
- Prateleira elevadas.
- Carros transportes.
- Caixas de gordura.
- Maquinas de lavar.
- Mesa MLL.
Normas.





